terça-feira, 27 de junho de 2017

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Nossa Hortinha



Os objetivos terapêuticos da horta. são a socialização, o trabalho em equipe e a autonomia, entre outros.É necessário um cuidado especial. O aluno terá que sentir que a hortinha irá acrescentar algo a sua vida.
O projeto tem que cativá-lo. Quando ele começa a participar da horta, tem a presença, as oficinas de arte, ocorrendo  a socialização, a cidadania , a sustentabilidade.Trabalhamos com reciclagem de garrafas pet.
Alguns alunos são mais participativos, outros têm dificuldade de se inserir, se comunicar, mas aos poucos vão se interessando pela horta, conhecendo valores nutritivos dos alimentos, e aprendendo mais.
Efeitos
O efeito benéfico da horta terapêutica é notório. É muito bom, faz bem para a cabeça e para o corpo. Dá para se distrair e aprender várias coisas na horta.O aluno passa a ter um aspecto físico mais relaxado, tranquilo é uma distração.
Enquanto molha, aduba, planta, prepara o canteiro, esterca, limpa e colhe, Os alunos ficam mais sociáveis. Um cuida do outro, ajuda no trabalho. Com esse trabalho em equipe eles estão aprendendo a respeitar mais um ao outro.
Lanchinho natural
A terapia continua após a colheita, E fazemos o lanchinho natural e comemos. 
Para o grupo é muito importante este momento, pois gera motivação para que haja continuidade no processo. Pois percebem que o trabalho que realizam proporciona um retorno através de um momento alegre e descontraído.
O trabalho na horta terapêutica é a prova de que o amor e a dedicação constroem um mundo melhor. O que reflete em sua vida e na sua aprendizagem.






























Vou postar mais fotos...


Obrigada Senhor...

Obrigada a Equipe Gestora, a professora Cristiane (Projeto Mais Educacão com a Arteterapia) , professora  Marlice  e a todos que de uma forma ou outra contribuíram para idealização de nossos sonhos...

Participamos ano passado de um concurso cultural Magazine Luiza e montamos este vídeo sobre a horta.

video

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Aniversariantes do primeiro semestre

Nossos parabéns aos aniversariantes do primeiro semestre de 2017, Sala Aperfeiçoamento Pedagógico.
















 






Hum foi uma delícia tinha: cachorro-quente, bolo, bombom de leite ninho e guaraná.
Também teve presentes.

Trabalhando com argila

Na sala de Artes manuseamos argila e os alunos criaram esculturas e objetos.





 







MODELAGEM

A modelagem em argila é o maior representante artístico das tradições culturais de um povo. O barro pode ser considerado como o material mais primitivo que conhecemos  propicia uma vivência do primitivo; o toque e o seu manuseio trazem uma sensação acolhedora de maleabilidade já que vai moldando-se conforme a sua vontade. Também há uma resposta do material frente ao toque pois o barro, na medida em que vai sendo trabalhado, absorve a temperatura da pessoa, mudando assim, sua temperatura inicial.
            A argila é fria, maleável, faz sujeira mas torna-se atraente em qualquer idade. Oferece experiência tátil, e cinestésica favorecendo crianças com problemas motores e perceptuais. Como é capaz de transformar-se através da manipulação, seja amassando, esticando, espremendo, ou socando, fazendo uma ponte entre sentidos e sentimentos.
            O trabalho com a argila pode ser sempre refeito, consertado, enquanto ainda úmido, contribuindo para o desenvolvimento da auto estima e auto confiança. É matéria viva, alimentadora da fantasia criadora e incentivadora do espírito criador.
            No trabalho de modelagem o corpo inteiro participa, a mão complementar torna-se também ativa e estimulamos diversos sentidos. O mais óbvio é o tato, mas a argila e outros materiais modeláveis, despertam o sentido visual, térmico, o sentido do equilíbrio e o sentido cinestésico. Pode-se trabalhar com crianças maiores noções de volume, temperatura, simetria, bem como o equilíbrio e o movimento. Ao plasmar novas formas com as mãos através da modelagem, espelhamos nossa noção de esquema corporal e podemos inclusive, pelo trabalho sistemático de modelagem, interferir e modificar este esquema, “sabendo” do corpo, criando um novo corpo. Sara Paim, falando da modelagem afirma; “um corpo que faz outro corpo”.
            Ao “brincar” de modelar, vivenciamos formas, volumes, cheio/vazio, dentro/fora. Criamos texturas, superfícies lisas. Brincamos com a geometria e desenvolvemos a percepção espacial do mundo, bem como noções de orientação, direção, proporção.
            A argila promove a manifestação ativa dos processos internos mais primários porque proporciona fluidez entre material e manipulador, como nenhum outro. Através dela tem-se uma sensação de controle e domínio sobre aquilo que se produz, podendo-se remanejar, construindo e desmanchando os objetos, sem regras específicas e definidas para o seu uso. Não se comete erro ao trabalhar com argila. É fácil.
            Na maioria das vezes a argila é bem aceita, porém ocasionalmente uma criança (ou adulto) pode mostrar-se receosa da massa molhada e “suja”, fato que por si só já conta ao terapeuta muito sobre aquela criança.
            Geralmente as criações - expressões são nomeadas, facilmente surgem fantasias acerca delas proporcionando uma dramatização ou o desenrolar de pequenas cenas que dizem da vida, da história e espaço.

Fundamentos da Arte Terapia - Sara Paim:
Na arteterapia, a arte é concebida como uma metáfora, ou melhor, como um simulacro de arte, por sua dupla condição: por um lado, o paciente não se compromete com um aprendizado sistemático das regras do ofício, nem com a criação de idéias plásticas cuja coerência estética seja completa e socialmente reconhecida; por outro lado, a arteterapia pede da arte um serviço. Esse serviço terapêutico constitui a própria definição de arte, mas projeta sobre ela a tensão contraditória inerente à possibilidade de cura. A atividade artística transforma-se assim em representação dramática da intenção criativa do sujeito. É nessa duplicidade que encontramos a eficácia terapêutica dessa modalidade clínica.